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Eu e o meu nariz em uma história sobre ressignificar.

Sabe esse meu nariz. Esse meu nariz foi motivo de briga comigo mesmo por muito tempo...

Eu não me dava bem com ele. o achava ele feio, esquisito, não harmônico no meu rosto.

Ele me incomodava mesmo eu nunca sendo uma adolescente que ligasse para aparência.

Até o dia que eu soube de uma história!

Era 30 de julho de 1980, em Salvador Bahia, na maternidade do hospital português.

Os corredores do hospital estavam um alvoroço só, por conta do show cantor Roberto Carlos, que aconteceria em um clube que ficava ao lado do hospital.

Da sacada de alguns apartamentos era possível ter visão do show.

Minha mãe conta que as funcionárias e pacientes estavam elétricas por conta da possibilidade de assistir ao show de um ídolo!

Gente vamos lembrar que naquela época um artista desse porte vir à Salvador era um acontecimento!

Não havia a internet, não havia Spotify para ter acesso as suas músicas e, ver esse artista ao vivo era uma oportunidade única..

E foi nestas circunstâncias que eu cheguei nesse planeta!

Nasci às 11:59 do dia 30 de julho.

Naquela época os bebês permaneciam na maternidade e não no quarto, junto com a mãe, diferente do que ocorre hoje. Eles iam ao quarto apenas para serem amamentados.

Quando as enfermeiras chegaram no quarto com um bebê para minha mãe amamentar a vovó Zelina, que já não está mais entre nós, olhou a criança e disse:


- Essa não é a minha neta!


Naquela época a identificação das crianças era feita através de uma pulseirinha colocada no braço. Um artifício muito frágil e eu que sempre fui inquieta perdi a minha.

Voltamos à cena no quarto.

A vovó continuava dizendo:

- Essa não é a minha neta.

A enfermeira questionava:

- Por que a senhora fala isso?

Olha o nariz, não é o nariz de bola da família.

Se estabeleceu um corre, corre até a maternidade, para verificar o ocorrido e, para resumo da história, minha avó me encontrou no braços de outra família que já estava saindo do hospital...

Ou seja, quase que eu fui trocada na maternidade.

E o que me salvou?

O meu nariz de bola.


Uma marca de família!


Ficar sabendo dessa história me fez mudar a visão e sentimentos sobre o meu nariz.

Eu ressignifiquei, em outras palavras dei outro significado a ele.

E hoje ele me traz orgulho, pertencimento e autenticidade!

O que eu quero trazer com essa história?

Tudo que acontece na nossa vida tem uma intenção positiva, basta mudar o ângulo de visão, procurá-la que você certamente a encontrará!

E o quanto é importante você se conhecer e se aceitar.

Fez sentido para você?

Você tem alguma história sobre ressignificar que pode compartilhar comigo?

Adoraria conhecer. 

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Liberei uma aula ensinando uma técnica para ressiginificar crenças que nos limitam. Está no meu artigo anterior.

Clica aqui para assistir.


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Sou Fernandda Menezes. Ajudo introvertidos a conquistarem seu espaço no mercado de trabalho de maneira verdadeira, estratégica e natural, respeitando a sua essência, sem precisar se enquadrar nos padrões impostos pelo mercado, para que não se sintam diminuídos e invisíveis neste mundo que valoriza a premia a super comunicação. Faço isso através de processos de coach de marca pessoal, cursos e serviços de construção de identidade visual.